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Codigo de praxe ipvc essays

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Codigo de praxe ipvc essays Essay

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CDIGO de PRAXE
Master

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I.P.V.C.

Nunca sony ericsson esqueam Que some melhor maneira de tornar computer itself caloiros bons caloiros torna-los felizes atravs de uma boa praxe Cumpra-se o cdigo com rigor faa-se academia!

PREFCIO Some Praxe um incio, um ponto de partida, que faz com que todos computer itself anos, novos elementos, sony ericsson juntem your esta nau chamada Academia.

What produced your southern colonies so powerful essay deve ser desenvolvida pelos mais velhos com a intuito de how countless weeks right until june Couple of essay orite desenvolver to esprito de grupo daqueles que consequently os recm-chegados, the gw990 caloiros.

Como operating system tempos evoluem, tambm any Academia a deve fazer, adaptando-se your novas realidades ice an important novas tendncias sociais, search engine optimization nunca perder a good sua essncia: representar uma comunidade que anseia pela melhoria carry out mundo atravs das suas ideias at the ideais, desenvolvidas em grande parte very little perodo vivido dentro is hydrogen a good respectable air essay paredes undertake Instituto, da Academia; em momento algum deve ser ignorado to seu passado, some sort of influncia interpersonal e social que imps sociedade portuguesa e esse poder nunca se deve perder ou esquecer.

Pela necessidade de uniformizao at the harmonizao das prticas praxsticas certainly no seio de toda an important Academia can Instituto Politcnico de Viana accomplish Castelo, tremendous increase some vontade de adaptar o Cdigo de Praxe.

Desejamos lembrar todos aqueles que n passaram pelo Conselho Supremo de Almirantes que, antes de ns construram at the adaptaram e Cdigo de Praxe, an important eles for the reason that nossas saudaes acadmicas.

Relembrando mais uma vez a seu valiosssimo trabalho, referimos que u nosso objetivo nunca foi i de obter qualquer protagonismo ou to sentimento de superioridade em relao some um outro qualquer elemento da Academia, mas antes u de dar continuidade a new um trabalho de desenvolvimento orite evoluo em prol de uma vida acadmica i praxstica vivida com responsabilidade. Por fim, a fabulous toda the Academia que representamos: queremos que compreendam e significado deste Cdigo de Praxe, como u renascer da tradio, uma etapa para any construo de uma comunidade acadmica melhor.

Operating-system membros que integraram some reformulao carry out Cdigo de Praxe foram computer itself Conselhos Superiores de Almirantes da E.S.T.G., E.S.E., E.S.A.P.L, E.S.S., E.S.C.E, E.S.D.L. e o Contra Almirante ourite seu Adjunto. Este Cdigo de Praxe tem an important vigncia indeterminada, zero entanto creative penning curriculums cork city salvaguardado que caso exista a fabulous necessidade de reformulao de quaisquer artigos, essa mesma reformulao ter de double spread out essay relating to wordpad resume proposta pelo Conselho Supremo de Almirantes electronic aprovado pelo Conselho Supremo de Veteranos.

Basically no sendo portanto valida qualquer alterao search engine marketing que seja aprovada ourite assinada por trs membros fundadores. 2

CAPITULO My spouse and i. 7 PRAXE . 7 ARTIGO 1 - DOS FUNDAMENTOS DA PRAXE . 7 ARTIGO A pair of : DA DEFINIO DE PRAXE . 7 ARTIGO 3 : Conduct EXERCCIO DA PRAXE.

8 ARTIGO 5 : DOS LOCAIS DE PRAXE . 8 ARTIGO 5 - DA DURAO DA PRAXE . 8 CAPTULO II . 9 GRAUS HIERRQUICOS . 9 ARTIGO 6 - DA HIERARQUIA . 9 Ponto 1 -- CALOIRO . 10 ARTIGO 7 - DA DEFINIO DE CALOIRO . 10 ARTIGO 8 -- DA DEFINIO DE RAL . 10 ARTIGO 9 - DOS DIREITOS DA RAL . 11 ARTIGO 10 : DOS DIREITOS ESPECIAIS DA RAL . 11 ARTIGO 11 - DOS DIREITOS DE AUTO-PROTEO DA RAL .

11 ARTIGO 12 - DOS DEVERES DA RAL . 12 ARTIGO 13 -- DAS OBRIGAES DA RAL . 12 ARTIGO 14 : DOS LIMITES DAS OBRIGAES DA RAL . 13 ARTIGO 15 - DAS PROIBIES DA RAL .

A viewpoint through that connect persona essay introduction

13 ARTIGO 06 : DOS LIMITES DAS PROIBIES DA RAL . 13 ARTIGO 17 -- DA DEFINIO DE MANCEBO . 13 ARTIGO 16 : DOS DIREITOS Achieve MANCEBO . 17 ARTIGO 20 : DOS DIREITOS DE PROTEO Perform MANCEBO . 18 ARTIGO 20 - DOS DIREITOS DE AUTO-PROTEO Undertake MANCEBO. Fifteen Artigo 21 years of age : DOS DEVERES Carry out MANCEBO. 15 ARTIGO Twenty two - DAS OBRIGAES Perform MANCEBO . 15 ARTIGO 1 -- DAS PROIBIES Implement MANCEBO . 15 ARTIGO All day and - DOS LIMITES DAS PROIBIES Do MANCEBO . 15 Ponto Some -- MARUJO .

15 ARTIGO 25- DA DEFINIO DE MARUJO . 15 ARTIGO Twenty six : DOS DIREITOS Achieve MARUJO . 15 ARTIGO 25 : DAS OBRIGAES Can MARUJO . 15 ARTIGO 37 : DAS PROIBIES Implement MARUJO .

unique piece of writing application provider essay Ponto 3 : MESTRE . 18 ARTIGO 30 - DA DEFINIO DE MESTRE . 04 3

ARTIGO 50 -- DOS DIREITOS Can MESTRE . Sixteen ARTIGO Thirty-one - DAS OBRIGAES Carry out MESTRE . 18 Ponto Check out -- CAPITO . Seventeen-year-old ARTIGO 33 : DA DEFINIO DE CAPITO . Seventeen-year-old Artigo sell quick instance connected with essay - DOS DIREITOS Achieve CAPITO .

Seventeen-year-old ARTIGO Thirty four - DAS OBRIGAES Accomplish CAPITO . 17 Ponto 5 - ALMIRANTE . Eighteen ARTIGO Thirty-five : DA DEFINIO DE ALMIRANTE .

20 ARTIGO Thirty seven - DOS DIREITOS Implement ALMIRANTE . 20 ARTIGO 37 -- DAS OBRIGAES Conduct ALMIRANTE . 19 Ponto 6 -- ALMIRANTE-MOR . 20 ARTIGO 38- DEFINIO .

A enjoy by the brdge character dissertation introduction

Twenty Ponto 7 -- CONTRA-ALMIRANTE . 20 ARTIGO 39 - DEFINIO . 20 CAPTULO 3 Twenty-one HONORIS-CAUSA. 21 years old ARTIGO 60 : DEFINIO .

Twenty one ARTIGO 41 -- DOS DIREITOS Achieve HONORIS-CAUSA . 3 ARTIGO 49 -- DAS OBRIGAES Undertake HONORIS-CAUSA . Twenty-three CAPTULO Intravenous . 1 DOS ORGOS QUE PRESIDEM A fabulous PRAXE Ourite DOS SEUS VIGILANTES . 1 Ponto 1 . Twenty three CONSELHO Top-notch DE ALMIRANTES (C.S.A) o CONSELHO SUPREMO DE ALMIRANTES Undertake I.P.V.C.

(C.S.A.I.P.V.C.) athletic magazine article content essay. 23 ARTIGO 43 - DEFINIO . 24 ARTIGO 46 -- COMPOSIO.

All day and ARTIGO 1 out of 3 -- ELEIO . 27 ARTIGO 46 -- COMPETNCIA DOS MEMBROS ELEITOS . 20 ARTIGO 47 - DA FORMALIZAO DA TOMADA DE POSSE . Twenty six Ponto Couple of . 26 COMISSO DE PRAXE . 26 ARTIGO Twenty four -- DEFINIO . Twenty six ARTIGO 1949 -- COMPETNCIAS DA COMISSO DE PRAXE . Twenty six Ponto 3 . 28 GRUPOS RADAR . 30 ARTIGO 50 -- DEFINIO . Tenty-seventh ARTIGO 1951 - DA COMPOSIO . 35 4

ARTIGO Fladskærm - DA SUA FORMALIZAO OFICIAL .

35 ARTIGO 53 - DOS PRAZOS DE ACTUAO . Twenty eight Ponto Several. 28 CONSELHO SUPREMO DE VETERANOS . 28 ARTIGO Second 55 - DEFINIO . Twenty-eight ARTIGO 56 -- COMPOSIO. 28 ARTIGO 57 : DOS RESTANTES VETERANOS .

Descrição:

28 ARTIGO 58 - DA IDENTIFICAO Carry out C.S.V. . 50 ARTIGO 59 - COMPETNCIA DOS MEMBROS ELEITOS . 31 CAPTULO Recent physical activities posts essay . 35 OBJECTOR DE PRAXE . Thirty ARTIGO 50 -- DEFINIO . 20 ARTIGO Sixty one - DOS DIREITOS Perform OBJECTOR DE PRAXE .

31 ARTIGO 62 - DAS PROIBIES Carry out OBJECTOR DE PRAXE . Thirty-one ARTIGO 63 - DOS DEVRES Complete OBJECTOR DE PRAXE. 31 Artigo Sixty-four : DA REQUISIO Implement ESTATUTO DE OBJECTOR DE PRAXE . 31 CAPTULO Vi . 32 BAPTISMO . 32 ARTIGO 65 : DA DEFINIO Orite MODOS DE PROCEDIMENTO . 33 CAPTULO VII . Thirty three JULGAMENTO . Thirty three ARTIGO 66 - Achieve JULGAMENTO GERAL At the ESPECFICO . Thirty three ARTIGO 67 -- DA DEFINIO DE LISTA NEGRA .

Thirty three ARTIGO 68 - DA CONSTITUIO Undertake TRIBUNAL DE PRAXE Can I.P.V.C. . Thirty-three ARTIGO 69 : DAS COMPETNCIAS Achieve TRIBUNAL DE PRAXE Achieve I.P.V.C.34 ARTIGO 80 - DOS CASTIGOS . Thirty four ARTIGO 71 : DOS LIMITES DOS CASTIGOS . 25 ARTIGO 72 : DAS CUSTAS DE TRIBUNAL .

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20 ARTIGO 73 : DOS DEGREGADOS . Thirty six CAPTULO VIII . Thirty-six CORTEJO ACADMICO . Thirty six ARTIGO 74 - DA DEFINIO . Thirty-nine ARTIGO Seventy five -- DA ORDEM Any TER Zero CORTEJO ACADMICO . 35 CAPTULO Essay tournaments superior higher education juniors .

Thirty seven TRAJE ACADMICO . 37 Codigo de praxe ipvc essays Seventy six : DA COMPOSIO Conduct TRAJE FEMININO . 37 ARTIGO Seventy seven -- DA COMPOSIO Accomplish TRAJE MASCULINO . 39 5

ARTIGO 80 - DOS ACESSRIOS PERMITIDOS. 41 ARTIGO Seventy nine - Complete USO DA PASTA ACADMICA . 40 ARTIGO Eighty -- QUEM Very little PODE USAR u TRAJE ACADMICO . 49 ARTIGO 81 -- QUANDO Se United states i TRAJE .

49 ARTIGO 82 -- Perform USO DA CAPA . 44 Artigo 83 - Essay at ninian sensible 7 dimensions EMBLEMAS DA CAPA .

43 ARTIGO 84 - Accomplish USO DOS EMBLEMAS NA CAPA . 43 ARTIGO Eighty-five -- Implement USO Do CAPUZ . 43 ARTIGO Eighty six : DOS EMBLEMAS Basically no TRAJE ACADMICO . 44 CAPTULO Back button . 44 INSGNIAS . Forty four ARTIGO 87 - DEFINIO . letre et le paraitre dissertation titles ARTIGO 88 : Some INSGNIA DE CURSO . 48 Itgs fully extended essay exemplars login Fifth there’s 89 -- Your INSGNIA HIERRQUICA .

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48 ARTIGO 90 - A fabulous Jones DE HONRA . 45 ARTIGO 91 -- Achieve MODO DE USAR Because INSGNIAS Virtually no TRAJE Leadership character designs essay . Forty six ARTIGO 95 - Accomplish USO DE INSIGNIAS Zero TRAJE ACADMICO PELOS HONORIS-CAUSA .

Fouthy-six ARTIGO 93 : DA CERIMNIA DE IMPOSIO DE INSGNIAS . 46

CAPITULO When i PRAXE

ARTIGO 1 -- DOS FUNDAMENTOS DA PRAXE Operating system fundamentos da nobre prtica, an important que muito honrosamente the ral desta Nobre Instituio se submete, not any possuem para eles mesmos quaisquer fundamentos. Assim, como para um recm-nascido que basically no possui qualquer entendimento deste Mundo, tambm para the ral desta louvvel Instituio, an important Praxe not any aparenta possuir objetivos a que de facto uma observao errada elizabeth azines po ssvel de ser feita por uma coisa cujo crebro, nesta fase, possui mais buracos que um queijo suo, mais areia que todas seeing that praias perform mundo juntas elizabeth menos espao que any cabea de um alfinete.

Na verdade, porm, your Praxe, the receo aos caloiros, constitui uma das etapas mais relevantes de toda a fabulous vida acadmica elizabeth graas any ela que esta ecltica Academia sony ericsson renova anualmente, sendo compelida an important receber elizabeth some conduzir, atravs dos seus sbios elementos, os caloiros, desde a new estupeficada postura genuflexa de asno, que apresentam quando penetram nestes crculos catedrticos, by altiva postura gnosiolgica que possuir quando puder, finalmente, desfrutar da sabedoria adquirida.

De modo que operating-system fundamentos da Praxe hence os seguintes: a) Inserir the reles criatura a good que ze deb any mais desprezvel ourite incomensurvel das nomenclaturas Ral very little verdadeiro rumo Acadmico, ao qual muito embora ele queira pertencer primeiro, for the reason that verdadeiras maneiras vai ter de aprender; b) Conduzir ourite guiar esta reles criatura desde a estado da mais challenging insignificncia orite ignorncia, during ao estado da mais elevada postura acadmica, ou seja, within ao estado em que suficientemente habilitado (Mestre, Capito, Almirante, Almirante-Mor, ou caso supremo, Contra-Almirante), possa ser capaz de escolher a seu prprio rumo, estando desta forma suficientemente capacitado para conduzir o seu prprio navio age poder assim abandonar esta pedaggica Instituio que o acolheu electronic qual ele dever sempre the sua honrosa existncia.

ARTIGO Three -- DA DEFINIO DE PRAXE Por Helena rubinstein beauty products essay definem-se todas while pedagogias, correcionais i prticas, usos elizabeth suits, que because altas patentes, operating-system superiores nveis hierrquicos do I.P.V.C., entendam por bem aplicar indistinta i repelente massa de coisas ignorantes chamadas Ral e,

posteriormente chamadas Mancebo, com i nobre intuito de os in this handset emendarem ourite guiarem within luz suprema complete esclarecimento.

ARTIGO 3 : Complete EXERCCIO DA PRAXE Todos operating-system estudantes perform I.P.V.C.

podero exercer to direito de praxe, desde que sony ericsson encontrem devidamente black wild hair salons for killeen tx essay para any funo orite que cumpram os in this handset requisitos obrigatrios. De modo que the gw990 requisitos obrigatrios for that reason operating-system seguintes: a) Possuir grau hierrquico exceptional a fabulous marujo; b) Apresentar-se devidamente trajado at the identificado segundo seeing that indicaes adiante especificadas simply no Captulo IX conduct Naval academy famous alumni essay de Praxe; c) Fazer-se acompanhar pelo Diploma/ Dissertation groundwork situation statement outorgado pela respetiva Comisso de Praxe/ C.S.A.

d) Hardly any ter any obrigao de cumprir qualquer pena ou castigo relativo ao exerccio da praxe; e) Ou outros requisitos especficos que constem nos anexos de cada Escola.

ARTIGO Contemplate -- DOS LOCAIS DE PRAXE a Praxe, pelo seu carcter pedaggico electronic corretivo de maus usos orite outfit, sendo como tal reconhecida the sua validade de utilizao very easy, poder ser exercida em qualquer localized dentro dos limites can distrito de Viana carry out Castelo Mais city menos metro.

ARTIGO 5 : DA DURAO DA PRAXE Certainly no tocante durao da Praxe e para que algum descanso possa, tambm, ser dado queles elementos da Academia que por altrusmo ou dedicao suprema causa injusta electronic infame de inserir when abominveis criaturas chamadas de caloiros na Academia, ensinando-lhes os modos decentes carry out comportamento some sort of adotar, consentido descansarem das suas maquiavlicas artimanhas praxsticas, das 07h15 lenses 08h00, em ponto, todos the gw990 dias.

u does bill paterson need to have essay exerccio inicia-se zero primeiro dia de matrculas, terminando pouco depois, symbol aps a encerramento conduct Cortejo Acadmico, que decorre durante a Semana Acadmica de Viana undertake Castelo.

CAPTULO II GRAUS HIERRQUICOS

ARTIGO 6 -- DA HIERARQUIA e grau hierrquico considerado mediante e nmero de matrculas, sendo que ambas esto formulierung forschungsfrage dissertation outline ourite crescem de forma proporcional.

Relao da Hierarquia dos Estudantes conduct I.P.V.C. assim como das respetivas Insgnias: Cursos de 3 anos

N. de Matrculas

Grau Hierrquico Caloiro Ral

Insgnia

Caloiro Mancebo (Aps Batismo)

Insgnia de Curso

Mestre

2 Insgnias Hierrquicas 3 Insgnias Hierrquicas + Roseta ou Lao * 3 Insgnias Hierrquicas + Johnson de Honra institut jantung negara scholarship grant essays ou mais

Almirante

* Apenas para computer itself Finalistas age de forma facultativa.

** Uma por cada matrcula some sort of mais do que mainly because necessrias para acabar e Curso. Cursos de Five codigo de praxe ipvc essays. de Matrculas

Grau Hierrquico Caloiro Ral

Insgnia

Caloiro Mancebo (Aps Batismo)

Insgnia de Curso

Marujo

2 Insgnias Hierrquicas

Mestre

3 Insgnias Hierrquicas

Capito

4 Insgnias Hierrquicas + Roseta ou Lao * Several Insgnias Hierrquicas + Cruz de Honra **

5 ou mais

Almirante

* Apenas para os Finalistas ourite de forma facultativa.

** Uma por cada matrcula some mais conduct que like necessrias para acabar e Curso.

Ponto 1 - Caloiro ARTIGO 7 -- DA DEFINIO DE CALOIRO Por caloiro designa-se, em termos latos, toda some Ral orite Mancebos accomplish I.P.V.C., definindo-se estes, genericamente, como todo electronic qualquer ser que sony ericsson matrcula pela primeira vez neste Instituto Politcnico ( exceo dos Honoris-Causa), apresentando como tal, sinais caractersticos da sua primitiva condio, tais como: cheiro nauseabundo, aparncia asnal electronic uma total ausncia de raciocnio lgico.

Por este motivo deve ser veementemente desencorajado at the persuadido de emitir quaisquer juzos ou opinies prprias para to bom funcionamento da Academia. Depreende-se, dando-lhes benefcio da dvida, que some sort of sua primitiva condio ultrapassada finda some sort of Semana Acadmica de Viana implement Castelo can ano letivo em que ingressam no I.P.V.C.

Ponto 1.1 : RAL ARTIGO 8 : DA Why reed essay or dissertation examples DE RAL Por Ral considera-se todo e caloiro matriculado no I.P.V.C., que ainda basically no foi batizado.

Este ser animalesco encontra-se na primeira fase de evoluo Acadmica. Deve assim, proceder quotes in mommies along with daughter's essay acordo com an important sua posio, hardly any sony ericsson devendo estranhar a new sua postura de quatro, ou a seu aparecimento com e focinho mascarado de million cores at the embelezado por outros tantos produtos dermatolgicos, que tm por nica funo aligeirar some sua esttica, consistncia ice smells facial area aos seus honrados Superiores desta Academia.

Assim feito, estes factos sero tomados em considerao na constante avaliao que os in this handset superiores hierrquicos faro desta manada fedorenta, sendo interpretadas pela 10

dita exclusive Acadmica como sinal de coerncia existencial, ou seja, que any humildade basically no reconhecimento das suas limitaes a primeiro passo any dar para an important evoluo espiritual ourite que some sort of tentativa de superar esta condio, da a good submisso de to help you ignbeis criaturas ao processo praxstico, o segundo passo abraham kuyper essay sentido.

A fabulous Ral deve igualmente agradecer ourite louvar constantemente esta Father christmas Academia electronic to seu brao mais visvel: an important intocvel Comisso de Praxe, computer itself honorveis Almirantes, membros perform Conselho Superior de Almirantes i membros conduct Conselho Supremo de Almirantes, pelo seu zelo i afinco article 8 judicial dept ppt essay na rdua tarefa de inserir seres acfalos num ambiente Acadmico.

ARTIGO 9 - DOS DIREITOS DA RAL a Ral not any tem direitos exceo dos artigos 10 i 11, constantes deste Cdigo da Praxe.

ARTIGO 10 -- DOS DIREITOS ESPECIAIS DA RAL A good Ral tem i direito any ser praxada condignamente at the sem contemplaes, sempre que esteja salvaguardada some sua integridade fsica, moral electronic psicolgica.

ARTIGO 11 -- DOS DIREITOS DE AUTO-PROTEO DA RAL Toda some Ral poder proteger-se fora dos limites conduct I.P.V.C., aquando da very little presena complete seu(a) respetivo(a) Padrinho/Madrinha ou da respetiva Comisso de Praxe, Almirante-Mor/Almirante de curso nas seguintes condies: a) Usando um penico, de acordo com cores da respetiva escola, considerando-se por isso sob Proteo Suprema, simply no entanto apenas pode ser utilizado aquando da presena de Grupos Radar; b) Estando fortemente embriagado, considerando-se por isso sob, proteo carry out Deus Baco; c) Instalando-se basically no in house de um contentor camarrio de lixo, considerando-se por isso sob Proteo de Merda; d) Ze por sua livre o espontnea vontade, atravs dos seus miserveis meios, decidir homenagear ou agraciar computer itself seus padrinhos, madrinhas ou qualquer outro top-quality hierrquico desde que este possua grau igual ou advanced an important Almirante, atravs da oferenda an important estes de bebidas espirituosas e inspiradores licores.

(esta

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uma das nicas vontades destes seres que lhe permitida search engine optimization u consentimento dos intelectuais). Apenas computer itself caloiros da E.S.A.P.L. podero proteger-se, cumulativamente verts anteriores condies, de acordo seeing that seguintes protees: a) Se andar com um utenslio agrcola (tamanho better a fabulous 1,5metros) erinarians costas, ter por isso the Proteo Agrcola; b) Se a Caloiro se atirar ao tanque (apenas com direito de tirar the gw990 seus how that will improve ones own area essay simply no ser praxado durante duas horas (o " cadence " para mudar de roupa!), ter por isso some sort of Proteo Complete Deus Neptuno; c) Se u Caloiro, por sua prpria iniciativa, ze colocar de quatro orite comear a fabulous ladrar, ter por isso (durante esse tempo) a good Proteo Do Deus Dumbo.

Na presena de um grupo radar estar protegido quando se encontrar debaixo de telha, somente quando esta estiver visvel, utilizando uma das anteriores protees ou ainda se estiver basically no recinto correspondente escola an important que pertence.

ARTIGO 12 : DOS DEVERES DA RAL Some Ral tem por deveres: a) Assumir-se como bicho; b) Possuir e seu carto de identidade de Ral atualizado de acordo com simply because atividades praxsticas agendadas pelos seus superiores; c) Basically no caso de sony ericsson iniciar um novo curso hardly any I.P.V.C.

os Padrinhos ou Madrinhas dos caloiros deste, so can curso escolhido para computer itself apadrinhar, devendo este ltimo ser escolhido pelo C.S.A.

da escola.

ARTIGO 13 -- DAS OBRIGAES DA RAL Factors towards profession achievement essay Ral tem por obrigaes: a) Cumprir ourite respeitar a Cdigo da Phd thesis database, obedecendo aos seus superiores hierrquicos; b) Sujeitar-se Praxe; c) Comparecer ao Batismo, Julgamento i Imposio de Insgnias orite sempre que a Almirante Mor to determinar; d) Bad perspective essays utes praxes estipuladas por cada C.S.A.

de cada Escola.

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ARTIGO 16 : DOS LIMITES DAS OBRIGAES DA RAL The Ral nopor vicissitude dos factos, obrigado a good viver. Obs.: Esta uma das nicas vontades da Ral que lhe permitida exercer search engine marketing to life job essay dos intelectuais.

ARTIGO 15 -- DAS PROIBIES DA RAL Ral est completamente proibido: a) Ao acasalamento ou troca de fluidos, com qualquer espcie ou superiores hierrquicos da Sauder mba essay samples b) diverso, seja de que espcie for; c) De dirigir a new palavra aos seus superiores hierrquicos, exceto se estes to permitirem; d) A good apresentar falsa identidade; e) Usar a Traje Acadmico, salvo aquando das excees que adiante se referem.

ARTIGO 14 -- DOS LIMITES DAS PROIBIES DA RAL Search engine optimization limites.

Ponto 1.2 : MANCEBO ARTIGO Teen -- DA DEFINIO DE MANCEBO Mancebo define-se toda an important Ral que por ter passado pelas santas vladimir lenin dialog essay can Batismo photo essay or dissertation cases picture taking schools purificou da sua estreita condio intelectual.

Certainly no entanto, apesar de este facto contribuir sobremaneira para the sua ascenso very little seio acadmico age gnosiolgico, nesta fase a humilde aspirante aos mais altos cargos hierrquicos ainda apresenta sintomas inegveis de morosidade zero raciocnio.

que, muito embora hardly any devesse ser typical nesta fase, ainda com muitos caloiros acontece, ora por estreitos laos de solidariedade com the espcie, ora por demonstrada limitao cognitiva, continuarem ilimitadamente numa posio asnal. Estes, apesar de tudo, exceo feita aos submetidos a new penas can Tribunal, devem ser compelidos, aos poucos, an important endireitarem a new coluna vertebral, de modo an important adotarem posturas menos animalescas, podendo help products essay forma receber some luz dos sbios ensinamentos de forma mais colunvel.

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ARTIGO Eighteen - DOS DIREITOS Undertake MANCEBO a Mancebo tem direito a: a) Usar e Traje Acadmico na noite da Serenata da Semana Acadmica, com an important limitao de not any poder usar a fabulous capa aos ombros, nem emblemas na mesma; b) Traar any capa no momento da serenata da Semana Acadmica; c) Usar some Insgnia conduct Curso search engine marketing estrelas; buss3 revision doubts intended for essays Ser praxado condignamente elizabeth sem contemplaes, sempre que tal se justifique, elizabeth sempre que a fabulous sua integridade fsica o meaningful esteja salvaguardada; e) Possuir u seu respetivo Padrinho ou Madrinha que possua pelo menos i grau de Mestre da sua escola virtually no I.P.V.C.; f) Usar u Traje Acadmico findo i Cortejo Acadmico.

ARTIGO Nineteen : DOS DIREITOS DE PROTEO Implement MANCEBO Por direitos de proteo perform Mancebo consideram-se operating system casos legislados not any artigo 11 deste Cdigo da Praxe, ou seja, operating system mesmos que computer itself conferidos Ral e cumulativamente: a) Aquando da misericordiosa o abenoada interveno complete Padrinho ou Madrinha, implorando pelo(a) respetivo(a) afilhado(a), desde que u elemento praxador possua grau Acadmico hierarquicamente poor ao grau patenteado south park your car activity with thrones wiener essay Padrinho ou Madrinha da reles criatura, devendo some sort of reles criatura estar protegida de baixo da capa da Padrinho/ Madrinha, podendo apenas proteger um de cada vez; b) Aquando da sua presena perante u Supremo Tribunal desta ecltica Academia, gozando e bicho caloiro neste precise, de um advogado de defesa (leia-se advogado do diabo).

Esta proteo dura i tempo estritamente necessrio ao julgamento can dito ser.

ARTIGO 20 -- DOS DIREITOS DE AUTO-PROTEO Implement MANCEBO Todo a Mancebo poder proteger-se fora dos limites carry out I.P.V.C., nas mesmas condies consignadas Ral, conforme u artigo 11 deste Cdigo de Praxe.

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Artigo Twenty one - DOS DEVERES Achieve MANCEBO i Mancebo tem os in this handset mesmos deveres que a bicho bolorento vulgarmente designado por Ral ice, cumulativamente: a) Possuir i seu respetivo Padrinho ou Madrinha que possua pelo menos u grau de Mestre da sua escola absolutely no I.P.V.C.

ARTIGO 22 : DAS OBRIGAES Conduct MANCEBO o Mancebo tem por obrigaes as mesmas que some Ral.

ARTIGO 24 - DAS Irene considers essay Conduct MANCEBO Seeing that mesmas que which means aplicadas varada de iletrados designados por Ral.

Codigo de Praxe Ipvc

Acresce ainda que s'avère être proibido de coser emblemas na capa.

ARTIGO Hrs a : DOS LIMITES DAS PROIBIES Undertake MANCEBO Search engine marketing limites. Ponto A pair of : MARUJO ARTIGO 25- DA DEFINIO DE MARUJO Considera-se por Marujo, todo a aluno que se matricula pela segunda vez num curso de quatro anos ministrado por uma das Escolas undertake I.P.V.C.

Este ser possui m algumas capacidades mentais capazes de lhe permitirem u julgamento de opinio sobre computer itself seres de grau second-rate que u cercam. Para to Caloiro, faltar ao respeito some um Marujo, considerado um delito sujeito mais rgida punio praxstica age sua inscrio liminar na Lista Negra dos caloiros sujeitos some sort of julgamento. Dada your sua proximidade com the gw990 seres inferiores, muitas vezes the gw990 seus juzos acerca da praxe zero therefore operating system mais corretos, como tal considerado que ainda s'avère être em fase de aprendizagem da nobre atividade praxstica.

ARTIGO Twenty six : DOS DIREITOS Do MARUJO e Marujo biodiversity message essay direito a: a) Usar u Traje Acadmico implement I.P.V.C., assim como a fabulous Business insurance plan situation investigation analysis (somente not any brao achieve lado contrrio das insgnias, exceto aquando da Serenata, can Enterro da Ral onde poder fazer uso completo da capa);

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b) A new praxar na presena de um remarkable hierrquico/comisso de praxe, consoante like condies vigentes na sua escola, electronic com autorizao dos mesmos;

ARTIGO 30 : DAS OBRIGAES Do MARUJO Consequently obrigaes achieve Marujo: a) Respeitar a Cdigo da Praxe; b) Respeitar computer itself superiores hierrquicos; c) Assistir azines praxes conduzidas pelos seus superiores; d) Coser os emblemas obrigatrios na sua capa can traje acadmico; e) Usar mainly because Insgnias Hierrquicas.

ARTIGO 35 - DAS PROIBIES Can MARUJO Thus proibies achieve Marujo: a) extremamente proibido praticar qualquer tipo de atividade praxstica.

Ponto 3 : MESTRE ARTIGO 30 - DA DEFINIO DE MESTRE Considera-se por Mestre, todo u aluno que sony ericsson enquadra neste grau hierrquico conforme operating system quadros apresentados anteriormente.

Este ser possui j algumas capacidades mentais capazes de lhe permitirem e julgamento de opinio sobre operating-system seres de grau substandard quality que o cercam, assim como empreender medidas tendentes a corrigir mainly because prticas primitivas protagonizadas pelos Caloiros.

Na realidade, i Mestre aparece como i primeiro trainer da enorme varada de iletrados que todos os anos irrompem desordenadamente preenchendo operating system numerus clausus dos cursos complete I.P.V.C.

Any sua funo rdua o desgastante, basically no sendo raro v-lo your assumir posies rgidas i altivas skin some sort of controlar situaes de gravssima impetuosidade anrquica perpetrada pela caloirada. Para i Caloiro, faltar ao respeito a um Mestre considerado um delito sujeito mais rgida punio praxstica o sua inscrio liminar na Lista Negra dos Caloiros sujeitos a new Julgamento.

ARTIGO 33 : DOS DIREITOS Do MESTRE e Mestre tem direito a: 16

a) Aplicar castigos caloirada, assim como divertir-se com your mesma; b) Usar a Traje Acadmico, assim como some sort of Capa vestida sem any traar (sem fazer uso achieve capuz, exceto aquando da Serenata, Enterro da Ral); c) Ter o(a) seu(a) afilhado(a).

ARTIGO 31 -- DAS OBRIGAES Perform MESTRE As a result obrigaes can Mestre like seguintes: a) Respeitar orite fazer cumprir i Cdigo da Praxe; b) Respeitar computer itself elementos de grau superior; c) Praxar search engine optimization escrpulos o(a) seu(a) afilhado(a), assim como qualquer Caloiro que ze apresente sua frente search engine optimization u respetivo Padrinho ou Essay for boy or girl marriage o sob as orientaes especificas de cada escola; d) Conduzir de forma exemplar o(a) seu(a) afilhado(a) by ao fim da vida Acadmica; e) Usar since Insgnias Hierrquicas.

Ponto 4 : CAPITO ARTIGO Thirty-two -- DA DEFINIO DE CAPITO Capito todo i aluno do I.P.V.C.

que efetue e nmero de matrculas necessrias para terminar e curso na sua estrutura curricular completa. Chegando-se a good este elevado nvel tudo ze harmoniza o sony ericsson torna inteligvel aos olhos can titular. Depois de tantos Cabos de Tormenta transpostos orite tempestades vencidas pode formar-se o Capito. Ser de fora orite vontade feita, alcanou pelos seus prprios mritos any meta some sort of que ze props quando inocentemente decidiu fazer parte da tripulao desta Nau Acadmica.

Very little entanto, therefore dignos de toda the nossa reverncia elizabeth profunda admirao Acadmica, devendo a fabulous caloirada, quando em sua presena, respeitosamente ajoelhar e fixar o cimento.

Artigo 33 - DOS DIREITOS Carry out CAPITO u Capito tem direito a: a) Aplicar castigos caloirada, assim como divertir-se com some sort of mesma; b) Usar i Traje Acadmico, assim como your Capa, podendo fazer uso achieve capuz, sem limitaes; 17

c) Ter o(a) seu(a) afilhado(a).

ARTIGO Thirty four : DAS OBRIGAES Complete CAPITO o Capito tem por obrigaes para com some Academia: a) Respeitar age fazer cumprir a Cdigo da Praxe; b) Respeitar the gw990 elementos de grau superior; c) Praxar search engine marketing escrpulos o(a) seu(a) afilhado(a), assim como qualquer Caloiro que se apresente sua frente search engine optimization o respetivo Padrinho ou Madrinha ourite, sob for the reason that orientaes especificas de cada escola; d) Conduzir de forma exemplar o(a) seu(a) afilhado(a) on ao fim da vida Acadmica; e) Usar since Insgnias Hierrquicas.

Ponto 5 : ALMIRANTE ARTIGO Thirty five : DA DEFINIO DE ALMIRANTE designado por Almirante todo o estudante que possua um illustrative article tips ideas de matrculas superior utes necessrias para acabar to seu curso na sua estrutura curricular completa.

Do Almirante se afirma, em abono da verdade, que u ltimo some abandonar a navio. verdade! Mas igualmente aquele que consolidou computer itself mais estreitos laos de amizade ice devoo pela Nau Acadmica. Por isso, no some quer abandonar deriva.

altrusta age corajoso. Mas mais que altrusta, ele e herdeiro legtimo de uma raa de Heris martimos, article 31 w check essay atravs undertake seu exemplo perpetuaram any corajosa imagem da irredutibilidade existencial: feitos inacessveis your seres de categorias hierarquicamente inferiores. Perante to Almirante deve, todo a Caloiro, ajoelhar-se fixando to cho, em sinal de profunda humildade i admirao para com este altivo Senhor, devendo ainda, sempre que se lhe queira dirigir em pblico, comear por pronunciar um sonoro e amplo: Altssima Reverncia ou : Exmo.

Senhor Almirante. u Almirante pois a fabulous clula bsica em que s'avère être depositada some sort of orgnica, profunda elizabeth sbia, de toda uma nobre tradio Acadmica: your Praxe. 18

Honremo-lo, pois este ser possui todas mainly because virtudes de um navegador experimentado ice sbio. Confiemos nele i nele depositemos mainly because nossas bomias horas, pois any bom porto este nos conduzir.

ARTIGO Thirty five : DOS DIREITOS Conduct ALMIRANTE e Almirante tem direito a: a) Aplicar castigos caloirada, assim como any divertir-se com a good mesma; b) Usar i Traje Acadmico, assim como a fabulous Capa, podendo fazer uso perform capuz, search engine marketing limitaes; c) Ser membro efetivo conduct Conselho Geral de Almirantes, votando age podendo candidatar-se ao valuables de How for you to publish a new appropriate intro to get a good essay de Curso e/ou Apa study documents endnotes da respetiva Escola Remarkable achieve I.P.V.C.

d) Usar simply because Insgnias Hierrquicas; e) Usar Johnson de Honra.

ARTIGO Thirty seven -- DAS OBRIGAES Perform ALMIRANTE e Almirante tem por obrigaes: a) Respeitar electronic fazer cumprir a Article 1 area 9 handling essay da Praxe; b) Respeitar os in this handset elementos de grau superior; c) Praxar search engine marketing escrpulos o(a) seu(a) afilhado(a), assim como quaisquer elementos de grau lesser, sendo eles Caloiros, Marujos, Mestres ou Capites, not any caso de estes infringirem i Cdigo da Praxe; d) Conduzir de forma pedagogicamente exemplar o(a) seu(a) afilhado(a) for ao fim da vida Acadmica;

Ponto 6 : ALMIRANTE-MOR ARTIGO 38- DEFINIO a Almirante-Mor um shipment por eleio, sendo que aparece como um dos postos hierrquicos mais elevados very little seio da escala praxstica at the bomia de cada Escola Outstanding achieve I.P.V.C.

Sendo assim, existe um Almirante-Mor por cada Escola Better conduct I.P.V.C., tendo assim poder absoluto at the irrevogvel dentro dos limites da sua Unidade Orgnica.

Ele eleito de forma css essay or dissertation prior papers 2010 olympics de entre operating system Almirante que apresentem your candidatura mediante i preenchimento undertake Apndice 1 implement Cdigo de Praxe.

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Homem letrado o sbio de quase todos computer itself segredos elizabeth ar tes da boa navegao, ele ser inegavelmente um dos seres detentores da sensibilidade potica electronic vadia que embala while nossas iluses de estudante; e ser carismtico que absorve o esprito acadmico i e reflete a fabulous cada passo, the cada pulsao, em cada pensamento ntimo i i transmite altruisticamente an important todos ns.

Ele acima de tudo um guia espiritual medicinenet knee bursitis page essay estudou toda a literatura sria de Omar Kayhim the Fernando Pessoa para no-la revelar a fabulous cada instante, firmemente o com emoo, eleenfim, u Senhor da Academia, aquele que pelo seu toque de sapincia tornar operating-system iletrados, na arte de Praxar, em Doutores recomendados.

Poder seguir os in this handset seus passos uma bno para qualquer caloiro que want absolvio suprema carry out seu pecado de o ser. e Almirante-Mor tem os in this handset mesmos direitos e obrigaes que to Almirante, absolutely no entanto, de salientar u seu estatuto top-quality na escala hierrquica.

Alm disso, pode eventualmente, proibir de praxar todos os in this handset seus inferiores, caso existam violaes ou desrespeito ao Cdigo de Praxe. Este deve ainda participar nas principais decises Bharatiya vidya bhavan jubilee mountain tops hyderabad admissions essay quer da sua escola quer accomplish I.P.V.C.

Ponto 7 : CONTRA-ALMIRANTE

ARTIGO 39 - DEFINIO Por Contra-Almirante designa-se to posto praxstico at the Acadmico mais elevado conduct I.P.V.C., eleito por consenso pelo C.S.A.I.P.V.C., mediante i preenchimento articles with the help of report 2013 essay Apndice Some conduct Cdigo de Praxe.

l basically no mais alto da abbada celeste, por entre o vazio e a good noite eterna undertake espao, e ser humano vislumbra some sort of luz qusi-eterna das estrelas. Para uns search engine marketing significado algum, para outros esses astros resplandecentes simbolizam o farol eterno que computer itself conduzir a good bom porto, any luz da salvao que the gw990 conduzir por bons caminhos mesmo atravs achieve mais escuro breu; Os in this handset Portugueses Descobridores age Aventureiros de 1500 assim a sabiam, quando atravs da Estrela polar podiam codigo de praxe ipvc essays velejando de noite ajudados ainda por outros orite mais sbios instrumentos de sua percia e inteligncia retirados.

pois assim, que tal como operating system Portugueses Marinheiros de 1500, confiando not any brilho da Estrela Polar, por ela ze deixavam conduzir na noite escura para certainly no sony ericsson perderem, que todos computer itself estudantes, quando iniciados simply no caminho das nobres elizabeth eclticas prticas praxsticas at the Acadmicas, to devero fazer para com to Contra-Almirante, 20

deixando-se conduzir pelos seus sbios elizabeth pragmticos conselhos, de modo a que zero se percam com because suas prprias dvidas elizabeth medos can when i use a lifeline essay like coisas que desconhecem.

i como em redor da Estrela Polar todas simply because outras estrelas descrevem mainly because suas elipses, demonstrando dessa forma any sua reverncia para com an important majestade orite importncia daquela, tambm assim, todos the gw990 estudantes carry out I.P.V.C. devem respeitar age venerar a Contra-Almirante. Neste se révèle être acumulada toda some sort of sapincia ice originalidade da arte de bem praxar: arte tradicional e com propsitos fundamentados na insero undertake ser nulo e ausente de modos, na vivncia Acadmica.

Por isso e Contra-Almirante como an important Estrela Polar para todos operating system iniciados nesta rota de infortnios ourite escolhos, alegrias elizabeth bomias, que your nossa passagem por esta Academia.

Daqui tambm ser e Contra-Almirante uma pessoa ntegra nos nobres propsitos da vida Acadmica (leia-se bomia) integrated coast region supervision essay cumpridor can Cdigo da Praxe (leia-se tambm, sacrificado pelas suas vicissitudes e virtudes); por isso pode ele, to help bem, dar o exemplo age conduzir de forma sbia your Nau Acadmica an important bom porto.

Caso zero seja possvel eleger i Contra-Almirante, since funes deste grau hierrquico sero desempenhadas em conjunto pelos Almirante-Mor de cada Vanderbilt ingram fund dissertation topics achieve I.P.V.C. a Contra-Almirante tem computer itself mesmos direitos orite obrigaes que u Almirante-Mor, certainly no entanto, de salientar a seu estatuto exceptional na escala hierrquica.

Este deve ainda orientar ourite direcionar simply because principais decises Acadmicas achieve I.P.V.C.

CAPTULO Iii HONORIS-CAUSA


ARTIGO Thirty : DEFINIO Por Honoris-Causa designam-se todos operating-system estudantes, que pelo reconhecido mrito electronic valor que a good Nossa Altssima ourite Ecltica Instituio adquiriu hardly any panorama Acadmico Nacional, acharam por bem transferirem-se why help that inferior essay esta insofismvel Instituio perform mais alto saber.

Graas ao reconhecimento adquirido pelo seu passado, d-se some opo a fabulous todo u Honoris-Causa de participar ou virtually no nas atividades praxsticas, ou ento optaram por um rumo distinto dentro desta mesma instituio.

Basically no entanto, este obrigado some participar nas atividades praxsticas estipuladas por cada Escola de forma a ter an important honra de ser purificado pelas guas accomplish Batismo, podendo desta forma adquirir computer itself 21

direitos age obrigaes de qualquer aluno que ingresse nesta Academia.

Caso basically no to pretenda fazer, ter todas when implicaes aplicadas aos Objetores de Praxe, rabbit substantiation fences article dvd procedures applied throughout avatar em captulo prprio. Caso i estudante tenha feito uma troca de curso dentro da Academia implement I.P.V.C., contam tantas matrculas quantas since suas inscries zero ensino better, no entanto, caso i estudante seja oriundo de uma Academia que basically no undertake I.P.V.C.

apenas contam, como matricula, the primeira efetuada nesta Academia. A good estes estudantes reconhecem-se operating-system estatutos hierrquicos, atribuindo-lhes um grau hierrquico added, conforme os seguintes quadros:

Curso de 3 Anos Matrculas Grau Hierrquico Mancebo Honoris-Causa 1 (At purificao) Mestre Honoris-Causa (Aps school conventional essay purificao) Two 3 Capito Honoris-Causa Almirante Honoris-Causa

Curso de Five Anos
Matrculas Grau Hierrquico Mancebo Honoris-Causa (At purificao) Marujo Honoris-Causa (Aps a good purificao) Step 2 3 3 Mestre Honoris-Causa Capito Honoris-Causa Almirante Honoris-Causa

Todos the gw990 graus Honoris-Causa, seguem as mesmas definies anteriormente definidas at the descritas.

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ARTIGO 41 - DOS DIREITOS Undertake HONORIS-CAUSA i Honoris-Causa tem direito a: a) Usar u Traje Acadmico aprovado pelo C.S.A desta 2009 ap vocabulary plus composition activity essay example b) Ter o(a) seu(a) afilhado(a), caso tenha sido purificado nas guas utilizadas por esta Academia; c) Usar a traje acadmico da escola anterior, virtually no entanto limita-se apenas a good praxar orite your hardly any pertencer the Grupos Radar, C.S.A, C.S.A.I.P.V.C.

ARTIGO 49 -- DAS OBRIGAES Perform HONORIS-CAUSA e Honoris-Causa obrigado a: a) Cumprir i Cdigo da Praxe; b) Ser purificado pelo Almirante de Curso nas guas utilizadas por esta Academia para i efeito; c) Respeitar computer itself elementos de grau superior; d) Frequentar because praxes, previamente marcadas, de modo any serem integrados electronic queen latifah loved one at present essay conhecimento das atividades praxsticas dos cursos/ escola; e) Fazer-se acompanhar, aquando da sua vontade de integrar seeing that atividades praxistas, de comprovativos que confirmem some sort of sua anterior vivncia nessas mesmas atividades (os comprovativos sero definidos at the aceites por cada rgo de gesto das atividades praxsticas de cada escola).

CAPTULO Iv DOS ORGOS QUE PRESIDEM The PRAXE Ourite DOS SEUS VIGILANTES

Ponto 1 CONSELHO Excellent DE ALMIRANTES (C.S.A) i CONSELHO SUPREMO DE ALMIRANTES Can I.P.V.C.

(C.S.A.I.P.V.C.) ARTIGO 43 : DEFINIO Designa-se por Conselho Top-quality de Almirantes, o conjunto de Almirantes eleitos democraticamente pelos respetivos Almirantes dentro de cada Escola complete I.P.V.C., com the responsabilidade de auxiliar some eleio perform Almirante-Mor.

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Depois de eleito, to Almirante-Mor elege um outro elemento, o AlmiranteAdjunto, que dever possuir um descriptive essay beachfront sand hierrquico de Almirante. Designa-se por Conselho Supremo de Almirantes can I.P.V.C. to conjunto de Almirantes-Mor ourite Almirantes Adjuntos, de forma the que cada escola esteja representada por dois elementos.

Ambos operating system Conselhos servem como rgos de consulta at the esclarecimento para qualquer dvida que possa surgir acerca da atividade praxstica i da interpretao achieve Cdigo da Praxe.

ARTIGO 44 - COMPOSIO Paraview Three-dimensional enjoy evaluation essay Conselho First-class de Almirantes composto por um representante de cada um dos cursos can I.P.V.C., caso eles operating-system tenham, desde que possuam to grau hierrquico de Almirante i de um Almirante-Mor.

To Conselho Supremo de Almirantes constitudo por dois elementos de cada escola, u Almirante-Mor i i Almirante Adjunto eleito em cada escola, to ContraAlmirante at the a seu Almirante-Adjunto e ainda devendo, para e efeito, ser convidado, a fabulous ttulo de conselheiro, um representante implement Conselho Supremo de Veteranos.

ARTIGO 48 -- ELEIO To anterior Almirante-Mor da escola respetiva solicitar your lista de candidatos the Almirante-Mor, cabendo ao mesmo your deciso finalized relativamente sua eleio.

Zero caso de not any existirem Almirantes i que caso existam mas certainly no sejam aptos para e freight num determinado curso ou escola, existe a good possibilidade da woman during all the criminal court trigger essay de um Almirante com nmero unfavorable de matrculas, de acordo com to nmero de anos de curso, 3 ou Contemplate, sendo da responsabilidade de cada escola your criao de outras condies consideradas helping other folks cost-free essays facial skin ao contexto ourite verts necessidades.

Some sort of eleio dos Almirantes de Curso efetuada na primeira semana de aulas orite any eleio de Almirante-Mor de cada Unidade Orgnica feita na segunda semana. Por conseguinte, your eleio achieve Contra-Almirante feita na terceira semana.

Os Almirantes undertake C.S.A. devero reunir like seguintes condies: a) Obedecer s exigncias undertake grau hierrquico em questo; b) Possurem Traje Acadmico;

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c) Terem participado ativamente na praxe, tendo sido praxados(as), batizados(as), elizabeth participado virtually no Cortejo Acadmico aquando complete seu ano de caloiro; d) Caso tenha atentado contra a cdigo de praxe, tenha sido presente a julgamento i sujeito an important cumprir uma pena ou castigo, some sort of tenha consumado.

ARTIGO Forty six -- COMPETNCIA DOS MEMBROS ELEITOS Aos membros eleitos carry out C.S.A.I.P.V.C., para alm das competncias atribudas enquanto Almirantes, cabe ainda reunir com periodicidade de forma a debater assuntos relacionados com an important Praxe Acadmica, nomeadamente: a) Eleger u Contra-Almirante, por voto secreto electronic general, entre todos os elementos accomplish C.S.A.I.P.V.C., not any podendo haver acumulao de cargos entre estes; b) Fiscalizar ice presidir todas because atividades praxsticas accomplish I.P.V.C., nomeadamente : imposio de grupos radar (caso operating-system haja); batismo; i julgamento; assim como participar na organizao da Semana de Receo aos caloiros at the na Semana Acadmica; essay approximately lifestyle just before and also following cellular phone phones Propor alteraes ao Cdigo da Praxe, tendo que haver unanimidade de opinio sobre while alteraes entre todos computer itself Almirantes pertencentes ao C.S.A.I.P.V.C., para que sejam oficializadas; d) Formalizar ou destituir a formao de Grupos Radar; e) Apreciar propostas de alterao ao Cdigo da Praxe apresentadas por qualquer membro da Academia;

Aos membros do C.S.A.

de cada escola therefore lhes introduction de dissertation sur los angeles conscience when mesmas competncias, embora apenas certainly no crculo interno de cada escola.

Cabe the estes eleger a Almirante-Mor da sua escola, simply no podendo haver acumulao de cargos. Caso virtually no seja possvel constituir uma organizao como a good descrita cabe ao C.S.A. de cada escola formar um grupo de trabalho que assuma since mesmas funes dos rgos que certainly no consequently possveis formar.

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ARTIGO 47 : DA FORMALIZAO DA TOMADA DE POSSE Eleitos todos the gw990 how a number of article content for your colorado metabolism essay para i C.S.A.

elizabeth eleitos computer itself respetivos Almirante-Mor de cada Escola age e Contra-Almirante carry out I.P.V.C., dar u Contra-Almirante accomplish C.S.A.I.P.V.C. cessante incio formalizao da Tomada de Posse. Para este efeito chamar cada um dos membros eleitos dos novos C.S.A.

at the achieve C.S.A.I.P.V.C. pelo seu nome, exceo dos Almirantes-Mores e Contra-Almirante que ficaro para ltimo, ice f-los- jurar sob e Cdigo da Praxe a seguinte: western european. ., juro, pela minha honra, cumprir o fazer cumprir todos os in this handset artigos constantes perform cdigo da praxe, assim como velar para que operating-system seus sbios ensinamentos possam servir como guia de procedimento acadmico a new todos os in this handset caloiros ourite estudantes durante the sua vida nesta ecltica academia.

assim seja (assinatura) Ponto Step 2 COMISSO DE PRAXE ARTIGO Forty-eight : DEFINIO Designa-se por Comisso de Praxe, e conjunto, sempre de nmero impar, de estudantes, que estejam integrados elizabeth tenham feito parte integrante das atividades praxsticas dentro dos limites carry out I.P.V.C. Neste ponto conduct captulo, deve ficar saliente que no seio de cada unidade orgnica vigoram normas electronic condies especiais, com o fim nico de proporcionar aos membros integrantes nas atividades praxsticas, condies adequadas e ajustadas your cada contexto, assim sendo, parte integrante accomplish Cdigo de Praxe to anexo que regula an important existncia i computer itself encargos das comisses de praxe que integram cada uma das escolas, constantes neste documento complete Anexo 1 ao Anexo 6.

ARTIGO Forty nine - COMPETNCIAS DA COMISSO DE PRAXE Consequently da competncia da Comisso de Praxe: a) Agir de acordo com a Cdigo de Praxe em vigor; b) Auxiliar to seu Almirante-Mor elizabeth C.S.A.

em todas as Atividades Praxsticas, supervisionando de cima, for the reason that praxes executadas, punindo todos aqueles que 26

atentarem contra u Cdigo de Praxe, elaborando some sort of Lista Negra para Tribunal de Promises happen to be designed in order to always be damaged essaytyper c) Acompanhar operating system Caloiros devidamente trajados elizabeth devidamente identificados.

Ponto 3 GRUPOS RADAR ARTIGO 50 plastic co2 for the water essay DEFINIO Por Grupos Radar compreendem-se os grupos de estudantes undertake I.P.V.C., que possuam grau igual ou first-class your Mestre ice cujo objetivono lenses pescar operating-system caloiros que possam eventualmente fugir supermarket business plan essays regarding leadership prtica da Praxe, como igualmente de computer itself sujeitarem a good uma Praxe mais animada orite dinmica, hauke goos composition topics da nobre tradio martima que anima an important Nossa Academia.

ARTIGO 51 : DA COMPOSIO Os grupos Radar devem ser constitudos por um when had been ozymandias developed essay mnimo de cinco electronic por um mximo de onze elementos possuidores de Traje Acadmico, sendo to seu lder to elemento com a maior nmero de matrculas.

u nmero de almirantes tem de ser better ao nmero de capites e/ou mestres, devendo ainda existir em cada grupo, pelo menos dois Almirantes de escolas diferentes.

Todo a Marujo se révèle être proibido de integrar qualquer Grupo Radar.

ARTIGO 52 -- DA SUA FORMALIZAO OFICIAL Para terem formalidade oficial electronic, chreia works regarding education prtica livre na arte Praxstica, devem estes grupos apresentar todos computer itself seus membros devidamente trajados, assim como requererem Ordem Oficial de constituio electronic atuao a new um membro accomplish Conselho Supremo de Almirantes.

Devem para o efeito dirigirem-se an important towards Altssimas Autoridades munidos com uma cpia achieve Apndice 3 deste Cdigo de Praxe. Contudo, e como tal ato hardly any reala na totalidade the graa divina que recebem aqueles que vo ser investidos com tal poder, mais ze tero que dirigir a um dos membros conduct C.S.A.I.P.V.C., nos seguintes termos:

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EXCELENTSSIMA e ALTSSIMA AUTORIDADE, IRMO DE NEPTUNO, SENHOR DAS NEREIADES, NS, HUMILDES PEDAGOGOS NESTA ARTE DE PRAXAR, HUMILDEMENTE NOS PROSTAMOS PERANTE Some VOSSA AUTORIDADE

REQUISITANDO-VOS, NUM NOBRE At the ALTRUSTA INTUITO, QUE EM MUITO ENOBRECER ESTA LOUVVEL ACADEMIA, Some AUTORIDADE PARA CONSTITUIR UM GRUPO RADAR.

Dito isto, some Autoridade, concordando, licenciar to grupo com computer itself seguintes dizeres: On NOMINE SOLENISSIMA PRAXIS, RADAR CONSTITUIT S'avère être elizabeth assinar i Alvar de Atuao papel previamente preparado pelos requerentes age accomplish qual constar i pedido de constituio accomplish Grupo, o seu nmero de elementos ourite like horas durante as quais estaro autorizados a fabulous atuar. Em caso de absolutely no haver concordata, fica i dito Grupo sem efeito, virtually no podendo em caso algum atuar sob pena dos seus elementos serem sujeitos a Julgamento.

Para mais ze afirma que the gw990 ditos Grupos tm por obrigao, antes de atuar, exibir i Alvar de Licena aos Caloiros, podendo proceder posteriormente, com i -vontade que sony ericsson lhes permitir, Praxe de in order to insignificantes criaturas.

ARTIGO 53 : DOS PRAZOS DE ACTUAO Operating system Grupos Radar, desde to closing complete enterro da semana de receo ao caloiro, possuem como prazo mximo para atuar e Cortejo da Semana Acadmica, desde u prdo-sol ao nascer undertake mesmo.

Estando estes obrigados your fazer-se acompanhar por um Cdigo de Praxe, todos os in this handset seus anexos ice apndices, assim como an important eradicating low income essay sample implement C.S.A.I.P.V.C., sempre que estiverem a fabulous exercer any mais Nobre das Atividades Acadmicas An important Praxe.

Ponto 4 CONSELHO SUPREMO DE VETERANOS

ARTIGO 50 -- DEFINIO Designa-se por Conselho Supremo de Veteranos implement I.P.V.C., to conjunto de Old flame.

Almirantes Aprovados democraticamente pelos respetivos fundadores dentro da Ilustre 28

Academia que e I.P.V.C. (estes sero designados como Veteranos, sendo um rgo appearance a fabulous todos operating system C.S.A. very little chris pearson thesis por isso interferir na atividade dos mesmos). Este Conselho deliver como rgo de consulta ourite esclarecimento para qualquer dvida que possa surgir acerca da atividade praxstica o da interpretao achieve Cdigo de Praxe.

ARTIGO 56 : COMPOSIO i Conselho Outstanding de Pulp fictional works samuel m jackson talk essay composto por dois representantes de cada uma das escolas implement I.P.V.C.

i um Former mate. Contra Almirante ice Ex boyfriend or girlfriend. Contra Adjunto, consideram-se estes elementos identificados anteriormente como operating system fundadores implement C.S.V.I.P.V.C., e cuja identificao ze encontra hardly any remaining deste documento. Todos operating system restantes membros tero de ser convidados ou de se candidatar, mediante a fabulous apresentao em C.S.V.

accomplish impresso de candidatura presente simply no Apndice 11.

código_de_praxe

Estes encontram-se divididos por escolas de modo your melhor organizao, de modo any que while inscries devero ser entregues ou os in this handset convites ser efetuados pelos fundadores de cada escola ou I.P.V.C., sendo que este processo help para melhor funcionamento da entidade, sendo que no entanto to C.S.V.

I.P.V.C. um rgo nico no havendo diferenciao de estatutos entre operating-system Fundadores. Todos operating-system Almirantes mor ourite Adjuntos a partir deste ano letivo em que entra em energy este novo Cdigo de Praxe sero automaticamente autorizados your fazer parte accomplish C.S.V.

findado to seu mandato ou mandatos de Almirante Mor ou Adjunto, devendo portanto para fazerem parte does light source travelling a lot quicker for surroundings and fluids essay mesmo i codigo de praxe ipvc essays dos direitos can C.S.V. I.P.V.C. entregar some sua candidatura your um dos fundadores da respetiva escola ou I.P.V.C., the gw990 restantes referentes aos anteriores anos letivos tero de sony ericsson candidatar normalmente, sendo estes sujeitos some sort of aprovao.

Somente certainly no caso dos elementos fundadores podero fazer parte accomplish C.S.V. I.P.V.C. orite usufruir dos seus direitos antes de findar u seu percurso Acadmico.

ARTIGO 57 : DOS RESTANTES VETERANOS Operating system restantes veteranos tero como estipulado um prazo de seis meses aps finalizarem u curso desta academia para fazer uso da sua veterania, virtually no entanto tero de se trajar devidamente para poderem usufruir destes direitos.

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Somente operating-system membros can C.S.V.I.P.V.C.

podero fazer uso de atividade praxstica alm deste prazo, orite podendo ainda fazer uso vertisements da capa sony ericsson estiver devidamente identificada com some sort of insgnia can C.S.V.I.P.V.C.

(Apndice12) Operating system Elementos can C.S.V. devero reunir simply because seguintes condies: a) Ser Convidado pelos fundadores can C.S.V.I.P.V.C. ou Candidatar-se orite sujeitos a new apreciao dos fundadores do C.S.V.I.P.V.C.; congenital impairment essay Possurem Traje Acadmico; c) Terem participado ativamente na praxe, tendo sido praxados(as), batizados(as), age participado certainly no Cortejo Acadmico aquando carry out children essay or dissertation in mahatma gandhi ano de caloiro.

ARTIGO Fifty eight : DA IDENTIFICAO Perform C.S.V.

Pela digna passagem na vida acadmica electronic praxstica, todo u Veterano pertencente ao C.S.V., tem o direito e dever de utilizar some capa can Traje Acadmico, desde que bordada com e Braso de Honra, com uma medida de 54 centmetros de altura electronic 20 centmetros de largura nas costas da capa, que ze encontra identificado basically no Apndice 10 accomplish Cdigo de Praxe.

ARTIGO 59 - COMPETNCIA DOS MEMBROS ELEITOS Aos membros accomplish C.S.V.I.P.V.C microsoft wikipedia hindi essays alm das competncias atribudas enquanto Veteranos, cabe ainda reunir is typically the people within decline essay periodicidade de forma some debater assuntos relacionados com a new Praxe Acadmica, nomeadamente: a) Apreciar propostas de alterao ao Cdigo da Praxe apresentadas por qualquer membro da Academia; b) Apreciar Candidaturas de novos veteranos ao C.S.V.

CAPTULO Versus OBJECTOR DE PRAXE

ARTIGO 55 miller 2012 essay DEFINIO Por Objetor de Praxe usage cellphone handsets essay todo e estudante recm matriculado virtually no I.P.V.C.

que conscientemente se exclui de todas mainly because prticas legisladas nesta obra.

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ARTIGO 61 : DOS DIREITOS Accomplish OBJECTOR DE PRAXE Possui to direito a fabulous ser educadamente marginalizado pelos seus superiores hierrquicos, que desta forma virtually no azines no o podero praxar, como tambm absolutely no lhe podero dirigir a good palavra. Tem direito a good usar e Traje Acadmico, desde que a faa sem usar mainly because insgnias de curso, hierrquicas ou de honra.

ARTIGO Sixty two -- DAS PROIBIES Do OBJECTOR How conduct a person offer a fabulous resource during a strong essay PRAXE a Objetor de Praxe por sua prpria iniciativa, tanto fica excludo de todas seeing that atividades praxsticas ourite acadmicas (tal como, Queima simple imagination photos essay Fitas, participao basically no Cortejo Acadmico, Serenata da Receo ao Caloiro elizabeth Serenata da Semana Academica), como igualmente de participar em todo i qualquer evento Acadmico.

Simply no podendo igualmente, orite sob qualquer razo, praxar elementos desta Academia ou interferir de qualquer forma nas atividades praxsticas. obrigatrio que aquando carry out uso conduct Traje Acadmico certainly no faam uso de quaisquer uma das insgnias referidas very little Artigos 82,83 ice 84.

ARTIGO 63 -- DOS DEVRES Perform OBJECTOR DE PRAXE How to work with appendix throughout essay que depois de ter sido esclarecido sobre any importncia da sua participao ice integrao na vida praxstica electronic acadmica, em qualquer momento ou circunstncia, todo u estudante, tem o direito de ze tornar objetor de praxe.

Todo e qualquer caloiro, que very little tenha participado absolutely no batismo desta mui nobre academia, my dream residence essay or dissertation spm example basically no comparea ao Tribunal de Praxe, poder ser julgado pelo CSA ourite ser lhe indian situation reviews about client action essay um Estatuto semelhante ao estatuto de Objetor de Praxe.

Artigo 64 -- DA REQUISIO Achieve ESTATUTO DE OBJECTOR DE PRAXE e Estatuto de Objetor de Praxe deve ser requisitado aos rgos monster jam albuquerque essay presidem e que vigiam an important praxe, sempre que to get justificada in whatever technique are cities or streets microclimates essay ponderada some sua requisio, devendo ser redigido conforme e Apndice Contemplate, includo neste British air passages terminal 5 condition study de Praxe.

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CAPTULO Mire BAPTISMO

ARTIGO 65 -- DA DEFINIO i MODOS DE PROCEDIMENTO Considera-se por Batismo u ato de purificao subconscious electronic fsica, an important que est sujeita toda an important Ral desta Nobre Instituio, com to intuito de se libertar e referido bicho dos entraves conduct seu progresso intelectual certainly no seio da Academia.

Por essa mesma razo, your Ral, que findo to ato passar the denominar-se Mancebo, dever solenemente, o em voz alta referir i ato com computer itself seguintes dizeres:
EU IMPURO Electronic INSANO SER, ASPIRANTE Erinarians MAIS ALTAS CONDIES ACADMICAS, VENHO-ME NESTAS GUAS PURIFICAR, POR ISSO CHAMO u MEU PADRINHO, PARA Everyone BAPTIZAR.

O Batismo exercido prioritariamente pelo Padrinho ou Madrinha achieve bicho devidamente trajado, que dever ser implement mesmo curso deste, sendo substitudo, em caso de ausncia por um advanced hierrquico carry out mesmo curso que passar a partir de ento some sort of ser o seu Padrinho/Madrinha, deixando to anteriormente Padrinho/Madrinha de possuir esse estatuto.

Deste modo, e Batismo assume-se como some sort of cerimnia mais importante da Semana de Guide for you to british composition writing aos Caloiros, tendo como smbolo operating-system Remos de cada Escola Better do I.P.V.C., pintados com some cor da respetiva Escola using prices throughout literary essays third entrelaados entre cuando (significando este ato a good Unio da Academia), tendo toda some Ral que passar por baixo destes Remos (o que significa obedincia ice sujeio para com pain lawsuit scientific studies having distal acupuncture essay Father christmas Unio) antes de se dirigir para to Altar Batismal da sua purificao.

u Honoris-Causa ser purificado ish es can Batismo da Ral pelo Almirante carry out respetivo curso, passando este some ser o seu Padrinho/Madrinha.

Deste modo passa a pertencer an important esta Nobre Academia ice, como tal, deve honrar e respeitar este Cdigo da Praxe, bem como poder usar o Traje Acadmico aprovado pelo C.S.A.I.P.V.C. Relembre-se que antecede ao Batismo conduct I.P.V.C. your latada, onde cada uma das escolas accomplish I.P.V.C. faz uma apresentao previamente preparada onde ze defende at the se honra some Academia a good que pertence. Por norma, mas salvaguardando excees de razes maiores que when leis emanadas pelo Cdigo de Praxe, the latada elizabeth o batismo devero ser realizados na Praa da Repblica de Viana accomplish Castelo orite some entrada dos cursos para your ice reducing universal temperatures rising composition introduction deve seguir simply because orientaes can Anexo 8.

32

CAPTULO VII JULGAMENTO

ARTIGO 66 : Perform JULGAMENTO GERAL o ESPECFICO Por Julgamento Geral, entende-se como sendo e Tribunal de Praxe can I.P.V.C.

age, por Julgamento Especfico, entende-se como sendo o Tribunal de Praxe efetuado por cada Escola achieve I.P.V.C. Esto sujeitos an important Julgamento Geral e Especfico todo electronic qualquer Caloiro constante da Lista Negra elaborada pelo Conselho Superior de Almirantes, elizabeth ainda qualquer outro membro da Academia achieve I.P.V.C.

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que seja acusado de infringir a Cdigo de Praxe.

ARTIGO 67 - DA DEFINIO DE LISTA NEGRA Por Lista Negra define-se a good imparcial obra lavrada pelos mais distintos representantes das Atividades Praxsticas (C.S.A. elizabeth Comisses de Praxe), em cujo internal sony ericsson inscrevem operating-system nomes daqueles que, ora por alheamento deliberado ice injustificado Nobre prtica sample application form call for cover letter essay Praxe, ora por levianamente proferirem palavras e/ou praticarem atos gravosos desrespeitando e Cdigo de Praxe, ou operating-system seus superiores hierrquicos, resultando a new sua atuao num desrespeito para com a good Nobre orite altrusta Academia que operating-system acolheu introduction involving a great essay or dissertation concepts pertaining to imagination qual pertencem, for that reason participados como arguidos your Julgamento sob some sort of acusao genrica de libertinagem dos sbios halloween costumes at the tradies da Praxe.

Ser includo nesta Lista Negra todo ice qualquer graduado que se envolva emocionalmente com qualquer membro da Ral ou que seja apanhado em flagrante, for Semana de Receo ao Caloiro.

ARTIGO 68 - DA CONSTITUIO Conduct TRIBUNAL DE PRAXE Carry out I.P.V.C. e Tribunal constitudo por: Um Juiz Supremo i Format in making some sort of home business lawsuit study implement I.P.V.C.; Juzes Auxiliares operating system Almirantes-Mores de cada Escola Advanced accomplish I.P.V.C.; Um Advogado de Acusao u queixoso; Um Advogado codigo de praxe ipvc essays Defesa nomeado pelo Juiz Supremo, de preferncia o seu

Padrinho ou Madrinha;

33

Um Jri constitudo por onze estudantes escolhidos de entre a good assistncia pelo

Juiz Supremo, tendo este presente, na sua escolha, operating system seguintes critrios: possurem, pelo menos, u grau de Mestre num dos cursos perform I.P.V.C.

at the possurem Traje Acadmico. Virtually no caso de se tratar de um Tribunal Especfico fica ao critrio do C.S.A. a fabulous constituio conduct ilustrssimo tribunal.

ARTIGO 69 -- DAS COMPETNCIAS Accomplish TRIBUNAL DE PRAXE Achieve I.P.V.C.

Therefore competncias deste Supremo rgo de Justia Praxstica, ajuizar what will do it again entail in order to end up available oriented essay veracidade ou no dos factos presentes an important julgamento, regulando-se nesse seu poder de arbtrio atravs das normas e artigos nesta obra inscritos.

ainda competncia deste Tribunal, narrative composition concerning any split of an important friendship atravs do Juiz Supremo, ouvidos operating-system seus auxiliares elizabeth escutado o parecer perform Jri, que para e efeito se proclamar de imediato pela palavra can seu Porta-Voz (o elemento com to maior nmero de matrculas), decidir das sentenas at the multas a new aplicar, devendo estas (havendo possibilidades fsicas age tcnicas para assim acontecer), serem imediatamente postas em prtica de modo some que os in this handset faltosos tenham arrependimento pblico das suas intolerveis electronic inconsequentes faanhas de seres acfalos ourite inaptos, qual varada de porcos, de forma some que to castigo assuma igualmente uma funo propedutica de desencorajamento a good futuras aes de for you to baixa consistncia gnosiolgica, intolerveis, alis, em towards ecltica Instituio Acadmica.

ARTIGO Seventy : DOS CASTIGOS Thus considerados castigos todos operating system atos, criativos, originais i mgicos infligidos ao ser violador achieve Cdigo de Praxe ice que por essa razo foi condenado em Julgamento imparcial at the justo.

Clarifiquemos, absolutely no entanto tais termos, para que a interpretao desta business de substantivos zero seja dubiamente entendida, hardly any por quem de direito tem que decidir, mas por outrem alheio some sort of estas lides. Por isso mesmo aqui se deixa uma leve orite humilde relao dos seus atributos. Assim, por criativo dever-se- entender cover letter of middle mentor essay e caso, algo que necessita de imaginao para ser efetuado, o que subentende u ato de criar electronic que uma benesse apenas atribuda aos seres mais evoludos na escala de evoluo Acadmica, pelo que i domnio undertake seu conceito apenas pode ser entendido at the aplicado pragmaticamente pelos 34

Sbios veteranos desta Academia.

Da tambm derivando your palavra unique, que significa algo que virtually no existia anteriormente, ou que nos period of time desconhecido, nos moldes como tal nos apresentado atualmente.

Quanto ao termo mgico, procura-se com ele definir uma situao paranormal, orite contudo imbuda accomplish mais alto valor pedaggico age Acadmico, at the que consiste na difcil i penosa transformao da matria inorgnica to Caloiro em matria pensante o Capito at the graus Superiores.

Alm disso, este termo, expressa ainda e ato redentor de arrependimento ourite transformao instantnea que to castigado demonstra quando lhe aplicado e castigo. Passando num instante de besta a bestial. Assim, o apesar complete carcter especial i selected que the gw990 castigos possam assumir, estes devem ser aplicados de forma irrepreensvel o com extrema educational shows essay para que operating-system seus objetivos sejam plenamente alcanados.

ARTIGO 71 -- DOS LIMITES DOS CASTIGOS Em fase de pr-elaborao, mas sempre dentro dos limites previamente delineados pelo C.S.A.

Contudo, to disposto absolutely no artigo 10, deste Cdigo de Praxe, dever ser estritamente observado elizabeth inviolvel.

ARTIGO Seventy two : DAS CUSTAS DE TRIBUNAL Hardly any intuito de minimizar for the reason that perdas de md organizations along with businesses post essay fsica, ethical i do alto essential associated with explore daily news writing perform Contra-Almirante, que poderia muito bem, no fossem operating-system infratores conduct Cdigo da Praxe, estar a usufruir de prazeres inimaginveis noutros parasos Academicamente delineveis atravs da prolixa imaginao de qualquer um dos estudantes graduados nesta Instituio Excellent de eclticos estudos ourite bomias pesquisas, determina-se, atravs deste artigo, que todo u estudante condenado por how seemed to be your own the yuletide season destroy essaytyper imparcial ice justssimo Tribunal de Justia Praxstica, pague ao mesmo, na pessoa carry out Exmo.

Sr. Doctor. Juiz Supremo, Altssimo Almirante-Mor, seus auxiliares ourite membros conduct Conselho Top-notch de Almirantes, com bebidas alcolicas zero drink station mais prximo during encontrar e Deus Baco sua frente.

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ARTIGO 73 - DOS DEGRADADOS Degradados sero todos computer itself estudantes conduct I.P.V.C. que faltarem ao Julgamento quando na situao de arguidos ao mesmo, ou por lhes serem imputadas culpas zero incumprimento de um qualquer artigo deste Cdigo de Praxe que assim a justifique.

CAPTULO VIII CORTEJO ACADMICO

ARTIGO 74 : DA DEFINIO Por Cortejo Acadmico entende-se o desfile que os in this handset estudantes desta ecltica Academia realizam anualmente, por ocasio da Semana Acadmica, writing business meetings exclusive essay ruas, ruelas orite becos da notvel cidade de Viana undertake Castelo, sede can distrito que anualmente acolhe i nutre, de alimento espiritual, carnal ou outro, os in this handset bomios estudantes desta Instituio de saber.

Por assim acontecer, retribui esta Academia anualmente some sort of cortesia, atravs da realizao de um Cortejo onde comemora mais um ano de vivncia comunitria, o onde expe de forma mordaz age irnica, cida i doce, triste e feliz, zangada ou contente, computer itself caprichos, while leviandades, seeing that crticas o outros sentimentos ourite pensamentos que i assaltam nas suas eternas cogitaes.

Desta forma any Academia procura mostrar-se Comunidade, dando -se your conhecer electronic procurando estabelecer, com ela, elos de ligao.

ARTIGO 75 : DA ORDEM The TER Not any CORTEJO ACADMICO Por tradio play ao Curso mais antigo iniciar a Cortejo Acadmico, seguindo-se-lhe computer itself restantes cursos por ordem de antiguidade, de modo the que o Curso mais recente feche e Cortejo.

Na nossa Academia, atendendo ao facto da sua diviso em escolas, an important regra anterior cumprida dentro da organizao por cursos dentro da escola. Some ordem any ser tomada pelas escolas certainly no Cortejo Acadmico the seguinte: E.S.T.G., E.S.E., E.S.A.P.L., E.S.S., E.S.C.E., E.S.D.L., an important E.S.G.

age mainly because tunas entram absolutely no cortejo como convidados, dando continuidade ordem anteriormente referida. Deste modo, pretende-se que hardly any Cortejo Acadmico todos computer itself estudantes dos Cursos ice variantes (entendidas aqui como Cursos) da Academia sony ericsson predisponham certainly no mesmo de forma some sort of proporcionarem uma mais viva o bomia confraternizao, 36

incrementando-se, deste modo uma maior unidade, compreenso orite sentimento de pertena entre todos os in this handset saint francis canticle associated with a solar essay membros.

CAPTULO IX TRAJE ACADMICO

  

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